Maior agilidade para o dia a dia do síndico(a)
Edição 125 17 anos
Crianças - o que fazer para acalmar as ferinhas do condomínio

Viver em condomínio pode ser prático para os adultos, entretanto, permanecer entre quatro paredes não representa algo tão natural quando a questão diz respeito à criança.

Muitos profissionais da área de psicologia têm sua preocupação voltada para problemas dessa natureza, ou seja, promover meios para que o condomínio ofereça lazer, educação e integração entre as crianças. Exemplo desse interesse é o da escritora Riva Bauzer, do Rio de Janeiro, autora do livro \\\\\\\"Crescer numa Cidade Grande\\\\\\\" onde é enfatizado o problema do convívio nas microcomunidades. A escritora carioca enfatiza a experiência da engenheira Clara Steinberg, que criou um programa denominado \\\\\\\"Recreação para todos sem sair de casa\\\\\\\", idealizado para atender o processo de utilização dos espaços em condomínios através do desenvolvimento de atividades sócio-recreativas, que entre outras coisas, inclui jogos e brinquedos recreativos, iniciação à prática desportiva com vários tipos de ginástica, atividades envolvendo arte plástica, dramatização, música, dança, artesanato etc.

Diante da violência desenfreada que vem ocorrendo nos centros urbanos, garantir a segurança e a integridade física das pessoas tem sido palavra de ordem. Isso significa que também as crianças são obrigadas a ficar restritas ao reduzido espaço da vivência condominial, confinadas nos apartamentos, tendo apenas como opção de recreação os filmes e desenhos animados exibidos pela televisão. Embora destinados a um público, estão carregados de exemplos de violência, gerando em contrapartida, mais estresse. O psicólogo londrinense Mozart Alexandre Viotto, autor do recém-Iancado livro \\\\\\\"Bebês & Nenês\\\\\\\", faz um confronto da vivência infantil do passado com a da atualidade, lembrando que não faz muito a criança que morava nos centros urbanos dissipava a sua energia em saudáveis e inocentes brincadeiras de rua, isentas de qualquer violência. Hoje, comenta isso já não é tão natural, sendo até mesmo raro. i

Espaço nem sempre é tudo

Para desenvolver atividades de recreação, nem sempre o espaço disponível abrange áreas verdes ou canchas esportivas, mas com criatividade diversas atividades podem ser propostas.

A contratação de um profissional de educação física ou um recreador é uma excelente opção. Caso não haja disponibilidade financeira para isso, os próprios pais podem montar uma escala de revezamento para aplicação e monitoração das atividades.

Veja abaixo algumas sugestões de atividades.

Atividades internas no condomínio

Podem ser desenvolvidas no salão de festas do condomínio, no playground e demais áreas livres.

. Oficinas de artes: origami, reciclados, desenhos, pinturas, danças, culinária, teatro;

. Salas de diversão: de jogos, TV, videogame, karaokê;

. Gincanas e Torneios: pingue-pongue, totó, baralho;

. Concursos: desenhos, pinturas, poesias, desfiles (garoto e garota colônia, brega, fantasia etc.);

. Palestras instrutivas: primeiros socorros, bombeiros, sobre saúde do corpo e dentes, higiene, AIDS etc;

. Mural: temas importantes e educativos (de desenho e frases);

. Caça ao Tesouro: Atividades de surpresa;

. Jogos Recreativos: Brincadeiras coletivas diversas;

. Jogos Esportivos: peteca, voleibol, futebol, basquete etc;

Atividades externas ao condomínio

Passeios ecológicos ao zoológico da UFMT, Horto Florestal, Museu do Peixe, Parque Mãe Bonifácia, Sesc Arsenal, Praças, cinemas, teatros, museus e jardins.

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